Meu humor

Meu perfil

BRASIL, Nordeste, FEIRA DE SANTANA, Homem, de 56 a 65 anos, Portuguese, Portuguese, Cinema e vídeo, Música

A CRIANÇA

Foto de Jaime Borges com 09 meses de idade

COLUNA OPINIÃO

A CRIANÇA

 

Nesta oportunidade, a nossa ‘COLUNA OPINIÃO’ vai tratar de um dos assuntos mais fascinantes e importantes que abrangem a humanidade – A CRIANÇA!  JESUS FOI UM DIA UMA CRIANÇA!

Vamos analisar a concepção da criança e sentimentos de infância, ao longo dos tempos. De início, nada adiantaria sermos simplistas e apenas românticos, sonhadores e utópicos, pautando-nos apenas em palavras generosas e graciosas, sem analisarmos a verdade que é única, indivisível e jamais passageira.

Como ainda hoje, infelizmente, com as exceções é claro, a sociedade medieval e a Idade Média no geral, basicamente ignoravam as crianças e quando estas chegavam aos cinco a sete anos de idade, já eram compelidas pelos cognominados “pais ou responsáveis”, a ingressarem no mundo dos adultos sem uma transição afetiva, absolutamente necessária, chegando as barbáries das concepções das épocas, admitirem o absurdo da morte de crianças, como algo natural, sem importância e não merecedor de maiores atenções e esclarecimentos, segundo deixaram registrados os historiadores. Fica patenteado que nesta época, não existiam os sentimentos de estima, proteção e amor pelas crianças. Péssimo e lamentável exemplo do passado!

Um fato da época e que ainda perdura hoje, e que nada pode se ter contra, é que os trabalhos ou afazeres educativos domésticos não eram considerados degradantes e constituíam muitas vezes, a única forma comum de educação tanto para ricos como para pobres. No mais, a criança, por sua ingenuidade, gentileza e graça, foi conquistando um pequenino espaço, como simplesmente fonte de distração e relaxamento para os adultos.

Estes hábitos incomuns, degenerados e insuportáveis, lá pelos séculos XVI e XVII fizeram surgir e desenvolver-se o início de uma tomada de consciência da inocência e da fragilidade da criança e da infância, partindo estas atitudes dos eclesiásticos, dos homens da lei e dos moralistas do século XVII, que se deram conta da necessidade premente de uma atenção especial às crianças.

Este despertar fez nascer sentimentos pais-crianças, gerando o sentimento de família e de infância que outrora não existia.

A partir do século XVIII, a escola foi um caminho determinante onde ficou distinto a necessidade e até a obrigação de atenção especial às crianças, o que começou a acontecer na mentalidade dos adultos, de forma crescente e em todas as camadas sociais da época.

O que não mudou dentro da passagem de tantos séculos foram as agressões às crianças: desde a palmadinha doméstica, tida até como meio de educação, que muitas vezes deixa marca indeléveis, à pedofilia e o abordo, crimes covardes e desprezíveis, praticados contra criaturas indefesas e por pessoas frias e covardes a toda prova. A prostituição infanto-juvenil, que aí está fortemente instalada e desafiadora, é a maior vergonha da sociedade que se diz “moderna”, em pleno século XXI.

Para complementarmos esta, que seria uma espécie de primeira parte desta nossa reflexão, é bom lembrarmos mais uma vez, o Professor Darcy Ribeiro que deixou no seu legado imorredouro conselhos como “é bem melhor que os governantes gastem com as crianças, do que com presidiários”, enquanto Pitágoras certa vez afirmou que “eduquem-se as crianças e não será preciso castigar os homens”.

Mas, voltemos às crianças, este Deus que vive ao nosso redor!

As crianças significam o elo da esperança! Nada se iguala a elas. São nossa maior esperança de mudar este mundo imperfeito – que a nossa e as gerações anteriores criaram. A criança ainda é a razão para acreditarmos que vale a pena lutarmos contra a apatia e o descaso das pessoas em geral, desde as famílias desestruturadas e sem bases morais; aos governantes descompromissados com a infância; golpistas vestidos de empresários; violência desenfreada; fome, guerras, misérias.

A criança merece desde o momento da fecundação, o respeito, o carinho e o afeto!

É no seio da família que a criança cresce. Quando enxerga nesta família atitudes de brio, dignidade e honra, certamente no amanhã serão adultos sensatos, homens dignos, formadores e transformadores da sociedade em que vivem. A criança de hoje é o adulto do amanhã!  Desta forma, está nas mãos delas, o futuro, e por tudo isto, devemos fazer tudo que estiver ao nosso alcance para respeitá-las, defende-las, orienta-las e apóia-las nos momentos necessários. Escola só, não é formadora de personalidade! A personalidade é formada no seio da família, no lar!

A sociedade e os governantes têm um débito impagável com as crianças e com a infância. É chegado o momento, para não dizer que já caducou ao longo dos anos, de resgatar este débito, oferecendo às crianças tudo aquilo que preconiza e dita a Declaração Universal dos Direitos das Crianças declarados pelo UNICEF; cumprir fielmente o que dita o ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, e tudo isto já seria um caminho, já seria um ato de justiça com estes que significam o futuro da humanidade.

Como uma nação pode pensar em futuro, pode orgulhar-se de um presente, se não respeitar as crianças e os idosos? Os dois assemelham-se! As crianças porque significam o futuro da nação, e a terceira idade porque foram estes que construíram esta mesma nação.

Vamos todos conscientizar-nos de que só o amor pelas crianças é capaz de educá-los, de torná-los cristãos conscientes, de transformá-los em adultos sérios, construtores da sociedade do futuro.

Para termos amanhã as nossas consciências tranqüilas, temos que hoje agirmos com ternura, com meiguice e com amor, com as crianças de nosso Brasil.

 

Obs. Este texto foi gentilmente cedido à Rádio Comunitária Baixa Grande FM e levado ao ar como Editorial em 06 de outubro de 2008.

Jaime Borges da Silva - Autor

 

FELIZ NATAL! FELIZ 2010!

VOTOS DO BLOG DE JAIME BORGES.

 

 

  

 

 

Escrito por jaimebsilva às 09h04 [ ] [ envie esta mensagem ] []

PAPAI NOEL

PAPAI NOEL

 

 

Quantas lembranças bonitas,

Tão doces como favos de mel,

Eu tenho do meu tempo de criança,

Quando sonhava com o Papai Noel!

 

E os sonhos eram encantados,

E ao coração muito fiel,

Porque todos se convergiam,

Num encontro com o Papai Noel!

 

E estes sonhos de criança,

Eu os colocava num papel,

Com pedidos cheios de fé,

Em cartinhas a Papai Noel!

 

E quando chegava o Natal,

Nada na vida era cruel,

Porque na noite abençoada,

Chegava o presente de Papai Noel!

 

Hoje já marchando de rumo para a velhice,

Com cabelos brancos, como que pintados de pincel,

Eu vivo uma mistura do sonho com a realidade,

Quando sei que eu próprio, sou o sonhado Papai Noel!

 

 

Aos meus filhos Juninho, Viviane, Tammy e Doroth;

às minhas netinhas Bia e Milly e aos meus netinhos Jaime Neto e Kalil,

dedico esta poesia, que retrata a alma de um pai, avô e amigo,

que encontra em seu coração, ainda o encanto e o prazer de sonhar e ser

o Papai Noel.

Feliz Natal a vocês, a quem tanto amo.

O papai velho,

 

Jaime Borges - Autor

 

Escrita em Baixa Grande, Natais de 1996/2003/2006/2008.

Obs. Esta poesia faz parte integrante do meu livro ‘Na Intimidade do Meu Coração’- Direitos Reservados.

Foto de Jaime Borges com 09 meses de idade.

 

BOAS FESTAS! – FELIZ 2010!

BLOG DE JAIME BORGES.

 

 

 

Escrito por jaimebsilva às 08h55 [ ] [ envie esta mensagem ] []

PLANETA TERRA 05

AS QUATRO ESTAÇÕES

 

Vivemos o século XXI, ano de 2009, quando a cibernética, a globalização, a internet, etc., tornaram pequeno o Planeta Terra que pensávamos que era um gigante colossal. Para começo tudo bem, no entanto, a verdade não é mesmo assim: a Terra é realmente um gigante colossal criado e abençoado por Deus e lamentavelmente, apesar de todos os avisos da Mãe Natureza, dos cientistas, o homem vai destruindo pouco a pouco esta Obra Divina, como se fosse algo comum e descartável. Também vai começando a pagar um preço por toda esta depredação, que culminará sem dúvidas, segundo a ciência, no extermínio da própria humanidade. O que acontecerá com a água, bem precioso, dentro de trinta, cinqüenta anos? Como será o clima da Terra dentro deste mesmo tempo? 

Não sou tão velho, mas ainda tive o prazer e o privilégio de alcançar as Estações do Ano. Todas elas distintas, altaneiras, vibrantes: inverno, verão, primavera, outono. Hoje, já não existe mais isto: o aquecimento da terra provocado pelas ações destruidoras dos homens com queimadas, emissão de gazes tóxicos, poluição avassaladora, degradação da natureza em todos os sentidos, gerou o desequilíbrio no clima, tão temido por cientistas e cidadãos conscientes. Aqui e mundo afora a Terra e seus habitantes vão sofrendo as conseqüências dos atos irresponsáveis de alguns governantes e empresários que estão ajudando a destruir nosso Planeta, com a natureza respondendo firme, com tufões, ciclones, enchentes, secas, degelos das calotas polares, vulcões tempestuosos, tremores de terra, terremotos destruidores, chuvas de granizo, ventos impiedosos e todos os tipos de cataclismas.

Algum utópico sonhador ainda duvida das realidades que estão acontecendo? Será que por aí afora tem algum adivinho que queira contestar a verdade que está aos olhos de todos?

Mas volto às Quatro Estações. Lá bem longe no tempo, no século XIII, São Francisco escreveu “Louvado seja Deus na natureza, mãe gloriosa e bela”; foi o que ele deixou registrado no Cântico das Criaturas. São Francisco é notadamente conhecido por viver rodeado de animais e um profundo defensor tanto da fauna quanto também da flora. Considere-se que São Francisco pode ter sido o primeiro ecologista do mundo!

Também as Quatro Estações foi inspiração para literatos, escritores, poetas e porque não registrar na música quando por idos de 1700, Antonio Vivaldi, compositor barroco italiano compôs a inigualável peça musical AS QUATRO ESTAÇÕES.

Vivemos o século XXI, ano de 2009! Os apertos de mãos, abraços carinhosos e fraternais, cartinhas românticas escritas a mão, olhos nos olhos, foram substituídos pelo ORKUT, MSN, E-MAIL (não que eu tenha qualquer coisa contra os avanços tecnológicos, muito pelo contrário, eu os acho louváveis e notáveis). Apenas as emoções dos encontros e dos diálogos interpessoais ficaram apenas como lembranças, como saudades imorredouras. Também as estações do ano ficaram como símbolos de folhinhas, no coração saudoso dos cristãos e ecologistas, sendo substituídas por frentes frias, convergências do Atlântico Sul, Zonas de Altas Pressões Atmosféricas, alguns outros apelidos científicos, etc. E o homem, como está indo? No Brasil, o sul está se acabando debaixo d’água; o nordeste seco, melancólico; o Rio Amazonas, o maior do mundo, há poucos tempo seco; atualmente o Rio Negro está quase inavegável. Queimadas por todos os cantos, conforme as imagens dos satélites. América do Norte, Europa e Ásia debaixo do gelo e da água. Quem já passou pelos bancos escolares e estudou um pouco de história geral, biologia, filosofia, sociologia e outras matérias sabem e lá estão registradas que as civilizações do passado, desde a Babilônia, Mesopotâmia, Grécia, Incas, Astecas, Maias e todas as demais zelavam e cultuavam a flora, a fauna, estudavam os astros, não apenas por respeito ao Criador, mas por considerá-los inerentes às suas próprias sobrevivências.  E a “famosa civilização do século XXI” o que demonstra: destruição à natureza em todos os sentidos; povos contra povos em busca de poder e de riquezas; uma corrupção endêmica e fora de quaisquer controles; paises ainda com penas de morte; destruição do Planeta, etc. Se medirmos as civilizações passadas e presente, as épocas, qual a resposta que encontramos?  Analise e responda a você próprio, se encontrar respostas!

E aí? Como os governantes, os homens que mandam, vão procederem para mudar esta situação que eles criaram e que pelo visto, já é quase imutável, segundo a NASA, a ONU, o INPE? Não só as instituições citadas, mas todas as entidades significativas e responsáveis do mundo, categoricamente afirmam isto. Algum governante discorda? Até agora não escutei em quaisquer órgãos de imprensa palavra alguma sobre o assunto; só os blábláblás e discursórios de sempre! Ao povo, no mundo, está sobrando a fome, a sede, a miséria!

Registrei tudo isto, porque em setembro de 1988, escrevi uma poesia intitulada AS QUATRO ESTAÇÕES, que hoje publico aqui no meu blog, numa modesta homenagem à chegada do OUTONO, que bate à nossa porta. Esta poesia já foi publicada na época, no Diário Oficial do Estado da Bahia, Página da Cultura e em outros órgãos de imprensa em épocas diversas. É uma poesia realista e ao mesmo tempo romântica! Fico com saudade ao lembrar que um dia existiram de fato AS ESTAÇÕES DO ANO!

É tempo de meditar um pouco sobre o que acima está escrito. Faça algo para defender a Terra, a humanidade, a você e aos seus descendentes. Descruzem os braços amigos, enquanto é tempo!

 

 

CANTANDO A NATUREZA

AS QUATRO ESTAÇÕES

 

 

Beleza da chuva que cai

do céu cinzento do inverno,

irrigando campos e matas

com um amor, quase materno!

 

Pujança do sol que levanta

nos dias quentes de VERÃO,

trazendo o calor que aquece,

a terra e também o coração.

 

Candura das flores que brotam

nas primaveras floridas,

embelezando as campinas

e encantando nossas vidas !

 

E o fruto que alimenta

é no outono que ganha a vida,

estação que Deus escolheu

para a fartura ser muito mais viva.

 

E as quatro estações juntinhas,

como irmãs que a natureza criou,

são exemplos para nós homens,

são juntas, uma linda lição de amor !

 

Escrita em Baixa Grande, 20/09/1988.

Feira de Santana, 03 de dezembro de 2009.

 

Jaime Borges da Silva – Autor

Livro: Na Intimidade do Meu Coração

Direitos Reservados

 

 

Escrito por jaimebsilva às 11h22 [ ] [ envie esta mensagem ] []

PLANETA TERRA 04

VAMOS SALVAR O PLANETA TERRA 4

- Assunto Científico –

 

Continuamos hoje, os registros de Lester Brown, nesta entrevista sobre o Planeta Terra:

Sugiro que leiam o início da entrevista postada há alguns dias. Vale a pena!

 

-Que passos estão sendo dados com relação a outras fontes de energia?

“O crescimento do uso da energia eólica é encorajador, eu diria até mesmo excitante. Na década de 1990, enquanto o uso do carvão diminuía 0,5% ao ano, a energia eólica crescia 24%. Alguns paises, como a Dinamarca, a Suécia, hoje já são quase auto-suficientes da energia de que necessitam. Na Espanha, na província industrial de Navarra, já usam mais de 50% de energia eólica em todo parque industrial. Nos Estados Unidos, há grandes fazendas de energia eólica em Minnesota, Iowa, Texas, Colorado, Wyoming e Oregan. O Departamento de Energia americano concluiu que os Estados beneficiados com mais ventos – como Dakota do Norte, Kansas e Texas – tem potencial suficiente para satisfazer as necessidades energéticas de toda a região, plano que está em fase de execução. Os fazendeiros agora estão percebendo que detêm o direito sobre a maior parte dos ventos e, por isso, estão se juntando aos ambientalistas e fazendo lobby para promover a energia eólica”.

-E quanto à fumaça dos automóveis?

“Todas as grandes empresas automobilísticas vêm trabalhando nas células de combustível de hidrogênio. O Grupo Ford, diz que espera comandar a aposentadoria do motor de combustão interna em breves tempos, que será substituído pelo motor movido a célula de combustível. O mais empolgante, tomando os Estados Unidos como exemplo, é que os novos fazendeiros do vento poderão armazenar energia eólica durante a noite, quando a demanda energética cai, e ligar os geradores de hidrogênio. Estamos caminhando para o dia em que os fazendeiros dos Estados Unidos e de várias partes do mundo, vão suprir não apenas uma boa parte das necessidades energéticas dos Países, mas também o combustível para a frota de veículos movidos a células. Com a tecnologia já existente podemos vislumbrar como será a economia sustentável em termos energéticos num futuro próximo. Falta sim, aos governantes, o interesse e atitudes com relação a este assunto e esta forma de energia limpa. Os porquês desta indiferença é um mistério para nós cientistas!”

-O que mais podemos esperar quanto a novas tecnologias?

“As tais plataformas solares no espaço, por exemplo, que gerariam energia solar e a transmitiriam para a Terra por meio de feixes de laser é outra opção, mas não parecem uma boa idéia em termos de relação custo/benefício. Os avanços tecnológicos, que devem desempenhar um papel fundamental no futuro próximo, virão com novos desenhos para turbinas de vento, com o desenvolvimento das células de combustível para substituir o motor de combustão interna e com o material de captação solar para ser usado de forma natural nos tetos e nas paredes  dos prédios – o que transformará as próprias construções em  usinas de energia”.

-Qual o papel do Brasil neste contexto?

“Talvez a coisa mais importante que o Brasil possa fazer seja primeiro preservar o meio ambiente, inibir ou acabar com os desmatamentos e queimadas. Daí desenvolver suas fontes naturais de energia renovável. O País adquiriu bastante conhecimento em energia hidroelétrica e álcool, duas fontes de energia renovável, e é um dos grandes produtores de etanol. Mas não desenvolveu a energia eólica e fez muito pouco em termos de energia solar – duas fontes de energias limpas e com baixos custos. Veja bem, o Brasil tem muitos recursos, muita energia solar nas regiões Sul e Nordeste, ventos de sobra na linha costeira e, provavelmente, bastante vento nos cerrados. Bem, se está claro que o vento será a base das novas energias, o Brasil e o mundo só tem a ganhar com isso, dependendo da atitude de seus governantes”.

-E quanto à biodiversidade do Brasil?

“O Brasil possui uma riqueza extraordinária em biodiversidade, de fato a maior de todo o mundo. Acho que poucos brasileiros e até governantes, se dão conta do valor desta diversidade genética. Trata-se de uma enorme biblioteca, que não existe em nenhum outro lugar do mundo e que não está sendo preservada. No futuro, quando o material genético adquirir grande valor, a conservação da biodiversidade biológica renderá muitos dividendos, se for preservada a contento. Observar a Amazônia desaparecer nas chamas das queimadas me lembra um pouco o incêndio da biblioteca de Alexandria, há mais de dois mil anos passados. Era uma das maiores bibliotecas do mundo e, quando os invasores chegaram, decidiram queimar tudo. É isto que está acontecendo com a Amazônia, aos olhos dos brasileiros e do mundo. Queimar tudo, por quê? Porque até por ignorância, por ganância, acreditavam que ela não tinha nenhum valor. A Amazônia tem que ser preservada a qualquer custo pelos brasileiros”.

-O que cada um pode fazer para ajudar a melhorar o mundo?

“O mais importante é tornar-se permanentemente ativo em favor do meio ambiente. Isso quer dizer envolver-se em campanhas e apoiar candidatos políticos que trabalham em favor do meio ambiente, em todos os níveis, desde as comunidades locais até o nível federal. Associar-se a Organizações Não-Governamentais que tenham compromissos sérios com o meio ambiente e tornar-se um ambientalista por convicção. Se não mudarmos o sistema energético, não seremos capazes de realizar as mudanças necessárias enquanto indivíduos. Podemos tomar muito cuidado para desligar o interruptor ao deixar uma sala, mas se a energia vier de uma usina de carvão, de derivados de petróleo, não importa o quanto se economize, pois estaremos contribuindo para a desestabilização do clima da Terra. Portanto, temos, antes de mais nada, de mudar o sistema que provê energia e os governantes sabem disto. O passo seguinte é mudar nosso estilo de vida, aí sim, reduzindo o uso de energia, reciclando os materiais como papel, vidro, plástico, etc., e apoiando programas de reciclagem das nossas comunidades. É o que podemos e devemos fazer individualmente para tornar mais leves nossas pisadas na Terra. As demais ações e atitudes estão nas mãos daqueles que governam o mundo”.

Até a próxima!

 

Escrito por jaimebsilva às 14h23 [ ] [ envie esta mensagem ] []

PLANETA TERRA 03

VAMOS SALVAR O PLANETA TERRA – CAP. 03

-Assunto Científico-

 

 

Nesta série Vamos Salvar o Planeta Terra, hoje vamos conhecer o que registra uma das maiores autoridades sobre o nosso planeta. Trata-se de LESTER BROWN.

Lester Brown é o líder do Worldwatch Institute, uma respeitada organização que faz um check-up anual do nosso planeta. O Instituto afirma que ainda é possível evitar o desastroso colapso ecológico.

Lester Brown nasceu em uma família de baixa renda e durante sua juventude sequer sonhou com a vida que leva, à frente do Worldwatch Institute – uma das mais respeitadas organizações ambientalistas do planeta. “Quando eu era jovem, eu só queria ter sucesso e riqueza” afirma. Em 1956, depois de viver em vilarejos na Índia, Brown começou a se preocupar com questões como a da fome mundial, o crescimento da população e, mais tarde, com os desafios ambientais.

Desde 1984, todo o ano o Worldwatch Institute publica um livro, Estado do Mundo, que pode ser explicado como um raio X do que está acontecendo no planeta, com foco no meio ambiente, mas abordando questões sociais, políticas e econômicas. Hoje, tantos anos depois, entre estudos cada vez mais sofisticados e inúmeros compromissos internacionais, ele vive num pequeno apartamento em Washington, a 20 minutos de agradável caminhada do seu escritório. “Tenho bicicleta, mas prefiro ir a pé”, afirma.

Vamos publicar em duas etapas o que sempre afirmou Brown, para a sua reflexão. Hoje a primeira parte:

COMO VAI O PLANETA?

-“Nos nossos relatórios anuais sobre o estado do mundo, que realizamos desde 1984, fazemos um exame clínico da Terra, checamos seus sinais vitais, como num check-up médico. E descobrimos que, a cada ano, os sinais vitais da Terra se deterioram. Estão se acentuando tendências como desmatamentos, erosão do solo, aumento da temperatura, gelo derretendo, tempestades, tornados e ciclones tornando-se mais destrutivos e espécieis desaparecendo. De alguma forma temos de mudar urgentemente essas tendências”.

ONDE ESTÁ A SAÍDA?

-“Neste momento a economia global encontra-se numa cilada ambiental, está num caminho que não é ambientalmente sustentável e os governantes tem que acordarem urgentemente para este problema. Temos, portanto, de reestruturar a economia para colocá-la no rumo certo. Isso já aconteceu com civilizações antigas. Elas passaram por uma situação econômica ambientalmente não sustentável, por causa do desmatamento, da salinização do sistema de irrigação, da erosão do solo e não conseguiram fazer os ajustes econômicos necessários. Como sabemos, decaíram e entraram em colapso. Precisamos garantir que isso não vá acontecer conosco”.

TEMOS MOTIVOS PARA ACREDITAR QUE ISSO É POSSÍVEL?

-“Acho que sim, mas depende muito dos governantes e da sociedade no todo. Estamos exatamente diante da oportunidade de construir um mundo em que possamos satisfazer nossas necessidades e nos realizar. Para fazer isso temos claro, de construir uma economia economicamente sustentável. Mas o mais animador é que já podemos vislumbrar como será essa economia. E sabemos o que falta para chegar lá. A chave é reestruturar o sistema tributário, para que o mercado enfrente o verdadeiro custo das atividades econômicas. Porque uma das dificuldades atuais da nossa economia é que o mercado esconde a verdade sobre os preços e sobre os lucros. Por exemplo, se você compra 1 litro de gasolina, você paga o custo do transporte do combustível, da produção, mas não paga pelo impacto que a queima da gasolina e derivados do petróleo terá no meio ambiente, ou o custo do tratamento de doenças causadas pela poluição. A tributação aplicada incorretamente é uma espécie de câncer. Se pudermos reestruturar o sistema tributário de forma que o meio ambiente seja contemplado através do lucro das grandes empresas, veremos a economia evoluir no caminho da sustentabilidade ambiental – é aí que os governantes têm de agir urgentemente”.

QUE OUTROS GRANDES DESAFIOS TEMOS PELA FRENTE?

-“Estabilizar o clima e o crescimento populacional. Se tivermos sucesso nesses dois pontos, muitos dos outros problemas serão amenizados. Se fracassarmos em qualquer um dos dois, provavelmente nenhum ecossistema do mundo estará a salvo. São dois grandes desafios, pois estabilizar o clima significa reestruturar o sistema energético, e estabilizar a população significa fazer uma revolução no comportamento reprodutivo dos paises em desenvolvimento”.

COMO PODEMOS ESTABILIZAR O CLIMA?

-“Indo além da economia baseada em combustíveis fósseis, investindo em energias renováveis, a bandeira de todas as ONGS que lutam pela ecologia. Nesta lista estão a energia eólica, a solar, a geotérmica e a biomassa. Mas acreditamos que a grande alternativa seja mesma a eólica, a energia dos ventos. Se conseguirmos obter energia barata do vento, poderemos eletrolisar a água para produzir hidrogênio, o combustível do futuro”.

No próximo capítulo você terá mais afirmações de Brown. Até a próxima.

Procure refletir sobre este assunto, que significa a sua própria existência!

 

 

 

Escrito por jaimebsilva às 08h59 [ ] [ envie esta mensagem ] []

PLANETA TERRA 02

VAMOS SALVAR O PLANETA TERRA

-Assunto Científico-

-Capítulo 02-

 

Você que leu o Capítulo 01 desta série, continuamos aqui o deslumbrante assunto sobre o Planeta Terra:

 

É quase inacreditável, mas menos de 1% da água do planeta está disponível para uso humano, na forma de rios, lagos, lençóis freáticos e, claro, de chuvas. Ainda é bastante água, porém três questões importantes devem ser consideradas: primeiro, sua disposição, que é extremamente irregular no planeta – cerca de 1,5 bilhões de pessoas não tem acesso regular à água. Segundo, a redistribuição das chuvas, provocadas pelos desmatamentos, queimadas e outras agressões do homem. Terceira, e patético, a desproporção entre nossa capacidade poluidora e o controle que temos sobre essa poluição.

“Se não somos donos da pureza do ar ou do resplendor da água, como então podes comprá-los? Essa idéia me parece estranha”, disse Seattler quando, em 1854, o presidente americano fez uma proposta de compra de seu território. “Somos parte da terra e ela é parte de nós. Os picos rochosos, os sulcos úmidos nas campinas, o calor do corpo do potro e o homem - todos pertencem à mesma família”, continuou, demonstrando um conhecimento antecipado dos ciclos da matéria. “Tudo o que acontecer com a terra acontecerá com os filhos da terra. Se os homens cospem no solo, estão cuspindo em si mesmos. Isso sabemos:  a terra não pertence ao homem; o homem pertence a terra...”

A carta do velho índio transformou-se no mais pungente documento de consciência ecológica jamais escrito. Impressiona pela lucidez, especialmente por ter sido escrita em meados do século 19, quando a palavra ecologia nem havia sido inventada.

“... O homem e a terra são da mesma matéria...” Acerto cientifico. Nosso corpo é 23% carbono. De onde ele vem? Do ar, de onde é capturado pelos vegetais, que o repassam para nós, que o devolvemos pela respiração. Um átomo de carbono de uma célula de nosso cérebro pode ter pertencido, há milhões de anos, ao epitélio da cauda de um dinossauro.  É o mesmo, que não se perde, não se cria, só se recicla.

Os elementos químicos, os compostos, como a água, e até a energia necessária para que a vida se processe, pertencem a ciclos. Se o ciclo for interrompido em algum lugar, inviabiliza a continuidade do ciclo e da própria vida. O nitrogênio, principal componente do ar que respiramos, só chega até nós porque bactérias do solo são capazes de capturá-lo e depois entregá-lo a alguns vegetais – principalmente as leguminosas, como o feijão e a soja – que, com ele, sintetizam proteínas, que nós comemos. Ou comemos a carne de algum animal que as comeu. Quando queimamos o solo, matamos as bactérias que absorvem o nitrogênio, interrompendo o ciclo. E aí vamos ter que fazer correções – caso contrário a natureza as faz e da maneira que lhe for mais conveniente.

A transferência da energia é ainda mais fascinante. Qualquer plantinha, da alga microscópica do mar ao imponente pinheiro dos planaltos do sul, todos os vegetais são capazes de uma mágica. Reagem duas substancias abundantes, a água e o dióxido de carbono. O carbono separa-se do oxigênio e liga-se à água, dando origem a uma molécula orgânica, chamada carboidrato, e a uma molécula de oxigênio livre, que é devolvida para a atmosfera, possibilitando nossa respiração. Essa reação, que qualquer escolar conhece, chama-se fotossíntese. Foto, porque só pode acontecer na presença da luz, especialmente a solar. Síntese, porque termina por sintetizar (produzir) algum material orgânico, no caso, uma molécula de carboidrato (CH2O – carbono mais água). E é ai que reside a mágica – ou milagre. Nessa simples molécula, o vegetal tem a capacidade de armazenar a luz, que veio do Sol, em forma de energia química. Quando nós comemos a planta, ou comemos a carne do animal que a comeu, estamos recebendo esta molécula energética. Fazemos, então, a reação contraria. Reagimos o carboidrato com o oxigênio (por isso respiramos), reconstituindo a água, que sairá pela respiração, liberando finalmente aquela energia armazenada.

Em suma, se nós vivemos, estamos gastando energia. Qualquer ato fisiológico em nosso corpo depende de energia. Se estamos escrevendo, pensando, se o nosso coração bate, estamos gastando energia. Quando lemos, respiramos, mantemos a temperatura do corpo em 36 graus Celsius, consumimos energia. E de onde vem esta energia toda? Só de um lugar: do sol! Através dos fenômenos ao mesmo tempo complexos e simples, que são a fotossíntese e o seu oposto, liberador de energia, a respiração celular. Para algumas pessoas, é mais fácil ver Deus nessas reações da natureza do que nas grandes catedrais.

Quando lemos os grandes clássicos, ou a filosofia dos gregos, ou os livros religiosos, ou os tratados de psicologia, ou a poesia contemporânea, encontramos, como pano de fundo, sempre o mesmo dilema: a busca da felicidade pelo homem e a sua total incompetência em encontrá-la. Hoje temos o auxilio da ciência, para nos ajudar a entender melhor a natureza humana, suas ambições e suas ansiedades. Não é razoável acreditar que a simples observação do que é natural, ou normal, ao nosso redor, pode ajudar a nos compreendermos melhor? A paciência dos ciclos naturais. O tempo certo para cada reação química acontecer, para cada folha cair, para cada flor nascer, para cada broto surgir e cada árvore morrer. Como despoluiremos o rio? Parando de poluir. Como salvaremos o Planeta Terra? Parando de ameaçá-lo. No caminho, quem sabe, entenderemos de vez que não é a Terra que precisa ser salva. Somos nós!

Boa leitura e até o próximo capitulo!

Cumpra sua parte, zelando pela natureza e por este Planeta que nos dá a vida em toda a sua plenitude.

Até o próximo capítulo!

 

Escrito por jaimebsilva às 12h14 [ ] [ envie esta mensagem ] []

PLANETA TERRA 01

VAMOS SALVAR O PLANETA TERRA

 

-Conteúdo científico-

-Capitulo 01-

A sociedade no mundo está chegando à melancólica conclusão, que os “Humanos Governantes do Planeta”, com exceções, estão cruzando os braços perante o que vem acontecendo no Planeta Terra.  Foram reuniões desde 1992 no Rio de Janeiro, em Kioto no Japão, na Indonésia; é a ONU divulgando relatórios com a realidade do que está acontecendo, e infelizmente, nada é feito de definitivo. Atitudes governamentais visíveis e convincentes que venham amenizar os problemas climáticos no mundo, não estão sendo enxergáveis pelos olhos humanos, infelizmente. Já, já, mais reuniões que já sabemos os resultados: Um zero à esquerda!

Aí estão: aquecimento global desregrado; degelo das calotas polares; águas dos mares e rios poluídas; queimadas sem quaisquer controles; lixo em todo lugar; espécies em extinção; biodiversidade degradada; aumento do nível dos oceanos; total instabilidade climática no mundo; aquecimento dos mares, tufões; terremotos; maremotos; ciclones; enchentes; etc, etc, etc.

Que estamos à beira de um colapso ecológico, você já sabe. É preciso e possível fazer – já – tomadas de ações firmes, para evitar o pior.

Diante do cruzar de braços dos “Mandatários do Mundo” e “Donos do Poder” a sociedade civil organizada começa a se movimentar para defender o seu habitat. São Ongs ecológicas e mais de um milhão de Blogs no mundo inteiro que se unem para divulgar dados reais sobre a história do Planeta Terra, buscando amigos verdadeiros deste Planeta tão lindo que Deus nos deu por generosidade.

Tudo escrito aqui é fruto de pesquisas sérias e realizadas acima de tudo com amor.

Está na hora definitiva de entender que equilíbrio com a natureza não é coisa apenas de ambientalistas; e que os governos nem estão aí preocupados com este assunto. Afinal, se não bastasse a funesta política ou politicalha que envenena os governantes, a economia apodrecida do Planeta tomou conta do noticiário da grande imprensa e para o Planeta Terra, para a Mãe Natureza, sobraram como sempre - o desprezo. Ou fazemos todos juntos o que precisa ser feito, ou o Planeta resolve as coisas à sua maneira. A sua posição e determinação são importantes! Você decidirá seu próprio destino!

Neste primeiro capítulo vamos entender um pouco da história do nosso planeta:

 

Estamos no planeta há apenas dois milhões de anos – bem menos que a maioria das espécies. Porque nos achamos donos?

Nosso planeta tem cerca de 4,6 bilhões de anos. Nossa galáxia, a Via Láctea, teria surgido da Grande Explosão – o Big Bang - há 15 bilhões de anos, e os protoplanetas do sistema solar começaram a se formar há cinco bilhões de anos, a partir da condensação do material da monumental nebulosa formada em torno do Sol.

A atração gravitacional das partículas que formaram a Terra acabou por criar uma massa extremamente quente. Quanto terminou o estoque de pó estelar, o planeta parou de crescer e começou a esfriar. Já esfriou o suficiente para permitir a vida, mas só na superfície, a chamada crosta, que tem, no máximo, 50 quilômetros de espessura. Abaixo dela está o manto, que ainda é rocha quente, comprimida, e que tem mais de 3.000 quilômetros de espessura, antes do núcleo, que tem também os seus 3.000 quilômetros, conforme as maiores autoridades de cientistas do mundo.

O interior do manto pode atingir temperaturas superiores a 4.000 graus Celsius. De todas as aventuras imaginadas por Júlio Verne, como a chegada do homem à Lua e ao fundo do mar, a única que seria impossível é justamente a viagem ao centro da Terra. Vivemos, portanto, em uma casquinha de maça, a crosta terrestre, que começou a esfriar há cerca de três bilhões de anos, o que permitiu a formação dos primeiros mares primitivos que, rapidamente, se transformaram em uma sopa de material orgânico, capaz de originar as primeiras formas de vida, como as bactérias e as algas azuis.

A seqüência de acontecimentos a partir de então forma a intrigante e maravilhosa trama da evolução. A espécie evoluiu através do que foi explicado por Darwin, a seleção natural, que privilegia os mais adaptados em detrimento daqueles considerados inaptos às variações do meio ambiente. Mas e o salto de uma espécie para formar outra? Quem explica? Precisamos de mais tempo para pesquisar, aprender e explicar – são as respostas normais dos cientistas mundo afora.

Sabemos que a maior parte da história natural foi dominada por seres inferiores, os invertebrados. Animais com coluna vertebral começaram a aparecer apenas no período Siluriano, há cerca de 400 milhões de anos, com os primeiros peixes. No Carbonífero, há 300 milhões de anos, os anfíbios iniciaram sua aventura terrestre. Deles vierem os répteis. Há cerca de 150 milhões de anos, no Jurássico, viveram os famosos dinossauros.

Os primatas surgiram há 50 milhões de anos e o primeiro hominídeo há cinco milhões de anos. O Australopitecus tem cerca de dois milhões de anos, o Homo Erectus um milhão de anos, o homem de Neandertal 250.000 anos, e, finalmente, o Homo Sapiens, nossa espécie conforme a ciência, não mais que 40.000 anos. Nossa idade na Terra, portanto, comparada com a verdadeira história natural, chega a ser humilhante, tão recente somos. Isso nos leva a outra reflexão. Como, então, se somos tão insignificantes, conseguimos dominar outras espécies e reinar sobre o planeta, ditando as leis de vida e de morte sobre a biosfera?

A explicação é um capricho da natureza: nossa incrível capacidade cerebral. Enquanto o Australopitecus tinha um crânio com cerca de 700 centímetros cúbicos e o Homo Erectus tinha 1.000, o nosso pode chegar a 2.000 centímetros cúbicos. Maior continente permitiu maior e mais sofisticado conteúdo – ou vice-versa! Um cérebro pensante, capaz de compreender os mistérios da natureza, de criar comunicação sofisticada, de escrever músicas e poesia, e de inventar e reinventar tecnologia.

Foi com ele que criamos a escrita e registramos a história. Escrevemos romances, explicando a comédia humana. Rabiscamos poemas, dando voz ao espírito. Interpretamos mensagens da natureza e produzimos ciências. Reescrevemos as leis naturais e as transformamos em tecnologia. Construímos conforto, velocidade, transmissão da imagem e do som à distância, desprezando totalmente o tempo. A inteligência nos diferencia dos animais e, de certa forma, nos aproxima dos deuses.

Agora, porém, estamos diante do grande paradoxo do cérebro humano. Ele é a maravilha das maravilhas, mas tem defeitos de fabricação, como afirmam os cientistas. Por exemplo, não lida bem com o tempo. Considera-se eterno. Não percebe a conseqüência de seus atos predatórios para as gerações que estão vindo e continuarão a vir. O homem pensante, muitas vezes esquece de pensar!

Vivemos porque nosso corpo vive. E ele é constituído de mais de 70% de água. Assim como a água-viva, que, às vezes, nos queima na praia e que tem 98% de água e só 2% de matéria orgânica, nós somos profundamente dependentes da água do planeta Terra. E da água doce, que corresponde a cerca de 2,7% do total de água da Terra. Desse volume, a maior parte está retida no gelo da Antártica, na calota polar norte, na Groenlândia e nas geleiras das montanhas...

... “TUDO O QUE ACONTECER COM A TERRA ACONTECERÁ COM OS FILHOS DA TERRA. SE OS HOMENS COSPEM NO SOLO, ESTÃO CUSPINDO EM SI MESMOS” - disse o chefe SEATTLE.

Leia e reflita sobre este assunto. Até o próximo capítulo!

 

Pesquisa e compilação de textos – Jaime Borges da Silva.

 

Escrito por jaimebsilva às 12h01 [ ] [ envie esta mensagem ] []

BLOG DE JAIME BORGES

 

Escrito por jaimebsilva às 09h09 [ ] [ envie esta mensagem ] []

UM DIA FUI CRIANÇA!

UM DIA FUI CRIANÇA!

 

 

Quantas lembranças bonitas,

Eu guardo da minha infância,

Quando junto aos meus Pais,

Eu era uma simples criança!

 

Humilde e cheio de sonhos,

Tão lindos e cheios de amor;

Um tempo de pura beleza,

Tão bonito quanto uma flor!

 

O tempo corre, não espera,

E os sonhos vão se transformando,

Alguns em realidades,

Outros como bolas, rodando!

 

E quando tornamo-nos adultos,

Lembramos com eterna saudade,

O tempo bom de criança,

Tempo bom que não existia maldade.

 

 

Baixa Grande, 30 de setembro de 2008.

 

Jaime Borges da Silva - Autor

 

Obs. Esta poesia faz parte do meu livro Na Intimidade do Meu Coração – Direitos Reservados.

Foto de Jaime Borges com seis anos de idade em 1954.

 

 

 

Escrito por jaimebsilva às 08h49 [ ] [ envie esta mensagem ] []

REFLEXÃO - ESTOU MUITO VELHO!

ESTOU MUITO VELHO!


 Concurso de redação
 Autor desconhecido.
 Para ver que nem tudo está perdido...
 
Estou muito velho,
 
Não gosto dos sem terra. Dizem que isto é ser reacionário, mas não
 gosto de vê-los invadindo fazendas, parando estradas, ocupando linhas
 de trens, quebrando repartições públicas, tentando parar o lento
 progresso do Brasil.
 Estou muito velho,
 Não acredito em cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas
 para mim racista é quem julga negros e índios incapazes de competir
 com os brancos em pé de igualdade. Eu acho que a cor da pele não pode
 servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte
 para privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas de brancos
 querendo se passar por negros.
 Estou muito velho.
 Não quero ouvir mais noticias de pessoas morrendo de dengue. Tapo os
 ouvidos e fecho os olhos, mas continuo a ouvir e ver. Não quero ouvir mais

 notícias  de crianças sendo arrastadas em carros por bandidos, ou de uma
 menininha jogada pela janela em plena flor de idade. Ou de meninos
 esquartejados pelos pais por serem 'levados'...
 Meu coração não tem mais forças para sentir emoções. Sinto-me mais
 velho que o Oscar Niemeyer. Ele, velho como é, ainda acredita em
 comunismo, coisa que deixou de existir.
 Eu não acredito em nada. Ou melhor, só acredito
em DEUS.
 Estou cansado de quererem me culpar por não ser pobre, por ter casa,
 carro, e outros bens, todos adquiridos com honestidade, por ser amado
 por minha mulher e filhos.
 Nada mais me comove... Estou bem envelhecido.
 E acabo de cometer mais um erro! Descobri que ainda sou capaz de me
 comover e de me emocionar. O patriotismo de uma jovem de Joinville
 usando a letra do Hino Nacional para mostrar o seu amor pelo Brasil me
 comoveu.
 
  Na cidade de Joinville houve um concurso de redação na rede municipal
 de ensino. O título recomendado pela professora foi: 'Dai pão a quem
 tem fome’.
 Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de
 apenas 14 anos de idade. E ela se inspirou exatamente na letra de
 nosso Hino Nacional para redigir um texto, que demonstra que os
 brasileiros verdes amarelos precisam perceber o verdadeiro sentido de
 patriotismo. Leiam o que escreveu essa jovem. É uma demonstração pura
 de amor à Pátria e uma lição a tantos brasileiros que já não sabem
 mais o que é este sentimento cívico.
 
”Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-múndi, o
 nosso Brasil chorar: O que houve, meu Brasil brasileiro?
 Perguntei-lhe!
 E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e
 verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas
 lágrimas amazônicas: Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo
 comigo...
 Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores.
 Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes. O sol da liberdade
 era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante.
 Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes?
 Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no
 passado. Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos
 filhos deste solo era a mãe gentil.
 Eu era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem
 nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho,
 tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos
 tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula.
 Eu, não suportando as chorosas queixas do Brasil, fui para o jardim.
 Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro
 que o nosso país ostenta estrelado. Pensei... Conseguiremos salvar
 esse país sem braços fortes? Pensei mais.... Quem nos devolverá a
 grandeza que a Pátria nos traz?
 Voltei à sala, mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma
 criança dormindo em seu berço esplêndido.”
 
Mesmo que ela seja a ultima brasileira patriota, valeu a pena viver
para ler o texto
. Por isso estou publicando para vocês. Recebi de um amigo por e-mail.
Mas agora que me tornei um velho emocionado, vou romper com este hábito.

De alguém desconhecido que ama muito o Brasil.

 

 

Escrito por jaimebsilva às 08h27 [ ] [ envie esta mensagem ] []

PEQUENAS HISTÓRIAS - 15º CAPÍTULO

PEQUENAS HISTÓRIAS

15. SERÁ QUE AINDA TENHO ALMA? - Ficção

Autor - Jaime Borges da Silva

Nome do Personagem: Carlos Webber.

 

 

Meu nome é Carlos Webber, sou solteiro, tenho quarenta e oito anos de idade, sou um bem sucedido empresário na área da indústria de eletro-eletrônicos e moro em São Paulo. Tenho uma agenda quase sobre-humana, tanto em compromissos profissionais, quanto em compromissos pessoais e sociais. Para que vocês tenham uma idéia, a minha agenda profissional até princípios de agosto próximo, já está totalmente tomada, com viagens pelo Brasil e ao exterior; reuniões de diretorias das minhas empresas; reuniões com banqueiros; encontro com Ministros em Brasília; com Diretorias de Federações de Indústrias de vários Estados, etc.; enquanto na agenda pessoal, entre aniversários, casamentos, inaugurações, jantares com pessoas importantes, viagem a Atlanta nos EUA, para assistir os jogos do futebol olímpico brasileiro, viagem à Inglaterra, acompanhando por convite, a comitiva do Presidente da República e outros tantos compromissos, até o início de setembro, todos os horários já estão agendados. Os meus dias começam geralmente às seis horas da manhã, e muitas vezes se esticam até a madrugada do dia seguinte. É uma vida atribulada, com tantos ‘assuntos importantes’ que tenho para serem resolvidos. Minha locomoção, para ser mais rápida, em virtude do trânsito, é feito na cidade com meu helicóptero, enquanto em minhas viagens pessoais uso o meu jato particular, para um melhor aproveitamento do tempo. A vida de um empresário é envolvida de grandes compromissos de ordem econômica, financeira, política e social. Felizmente a tecnologia vem nos ajudando, através de computadores de última geração para as empresas, e para os assuntos particulares, agendas eletrônicas especiais, telefonia móvel celular, note-books, etc. Já tive imaginando o que seria de nós empresários, sem estes fantásticos equipamentos eletrônicos? Certamente, seria quase o caos. Para minha assessoria particular, disponho de piloto; dois motoristas; duas secretárias executivas, sendo uma para cuidar da minha agenda profissional e a outra da minha agenda social; um secretario particular que cuida dos meus compromissos pessoais; dois seguranças permanentes;  além de governanta, cozinheiro, camareira, jardineiro também responsável pela manutenção das fontes luminosas e piscina da minha mansão; e quatro garçons, para atendimento em mesa, vôos, copa e piscina. Tenho cinco empresas comerciais e seis indústrias, que me permitem ter uma situação econômica e financeira, equilibrada e saudável. Por tudo isto, tenho uma vida social muito intensa e um relacionamento com um sem número de amigos. Quanto às “amigas”, são muitas, e guardo certo sigilo sobre este assunto. Minha predileta chama-se Mylva e mora em Veneza, na Itália. Sempre dou um pulinho por lá, quando disponho de tempo. Sinto-me até uma criatura, que galga a realização: Tudo que desejo, quero ou sonho tenho em minhas mãos, com rapidez e facilidade.

Há dois dias, aconteceu-me um fato, que tenho meditado muito sobre ele. Estava retornando de uma viagem a Fortaleza, quando o Comandante Givaldo, piloto do meu jatinho, percebeu que a aeronave estava apresentando problemas na parte hidráulica. Fizemos um pouso em Recife, para a verificação do problema, que mereceu reparos e manutenção. Como já eram quase vinte e duas horas, resolvi ir para um hotel e pernoitar em Recife. Depois do banho e refeição, fui deitar. Na cabeceira da cama, estava um volume do Novo Testamento. Aproveitei para ler alguns trechos dos Evangelistas Mateus e João, e aí lembrei, que a última vez que havia dedicado alguns minutos da minha vida, a Deus, à alma, aos sentimentos e ao espírito, eu tinha mais ou menos, quinze anos de idade. E o mais difícil, foi responder a mim mesmo:  Será que ainda tenho alma?

Ao longo dos anos, acumulei riquezas, prestígio, bens materiais de toda qualidade e natureza, mas esqueci do meu íntimo, do meu espírito, de minha alma e de Deus.  A vivência materializada, em que como eu, a maioria dos empresários vivem, não encontram em suas agendas, pelo menos alguns minutos, para dedicar-se ao seu mundo íntimo, professando sua fé e credulidade àquele Criador de todas as coisas: DEUS. Percebi que na verdade, eu conquistei muito dinheiro, poder e prestígio; mas esqueci de conquistar e acolher no meu coração, o mais importante: A presença de Jesus Cristo!

Hoje estou fazendo um balanço de minha vida íntima, cristã e espiritual! Não preciso de computadores, secretárias, de nada para isto. Estou precisando apenas, da minha consciência, que me acusa de ter esquecido e desprezado, os verdadeiros valores da vida. À proporção que o dinheiro e o poder foram crescendo em minha vida, por outro lado, foi desaparecendo a minha ligação com o meu próximo, com o meu espírito e com Deus. Em palavras mais claras, eu e meu espírito, tornamo-nos estranhos um ao outro, tendo acontecido isto, pela minha ganância e egoísmo, de conquistar só bens materiais, desprezando a verdadeira missão a que todos nós viemos ao mundo: Vivermos em igualdade com nossos próximos.

Hoje, convoquei uma reunião com minhas secretárias e lhes ordenei que reprogramassem as minhas agendas, de forma que momentos dedicados ao meu íntimo, ao meu espírito e a Deus, passem a ter prioridade. Assim terei minha consciência em paz e seguirei meu caminho, levando lado a lado, minhas atividades profissionais e minha vida espiritual, para nunca mais ter que fazer para mim mesmo a pergunta: Será que ainda tenho alma?

 

Que a minha confissão lhe sirva de alerta. Desejo felicidades a todos.

 

Carlos Webber.

Escrito por jaimebsilva às 08h09 [ ] [ envie esta mensagem ] []

REFLEXÃO - A VIOLÊNCIA

 PARA REFLEXÃO:

A VIOLÊNCIA

 

Convive-se hoje no dia-a-dia com uma inimiga, que apavora, humilha, oprime e aniquila a criatura humana, que é A VIOLÊNCIA. Longe de ser uma causa, é uma conseqüência grave de atos praticados em todos os campos que envolvem a pessoa humana e a sociedade, e dentro deste princípio, vamos fazer uma modesta reflexão exatamente sobre estes fatores que levam A VIOLÊNCIA ao gigantismo que hoje alcança e que chega a ceifar até o sagrado direito da vida.

Tudo começa, quando aos poucos, lamentavelmente, os homens vão desprezando o seu Criador. A falta de Deus no coração da criatura humana é uma porta aberta à prática de todo e qualquer tipo de violência e de delitos. A partir daí, a desagregação geral da sociedade, constitui a fortaleza onde se robustecem as violências e as degenerações. Reflitamos pois sobre várias causas: o desrespeito a mais pura das sociedades – a família; os desajustes emocionais; a ordem econômica aplicada, onde o capitalismo selvagem só pensa nos lucros esquecendo o homem, vai fazendo crescer o exército dos excluídos e marginalizados pela sociedade, engrossando de forma inimaginável o temível desemprego, subemprego e clandestinidade, além do triste estado de fome por que passam milhões de seres humanos; os procedimentos espúrios e ilícitos praticados por setores dos poderes constituídos, sem quaisquer punições; a segregação camuflada que sobrevive, pondo à margem da vida ou isolando criaturas, pelos preconceitos de cor, posição social, crendice, etc.; a existência de organizações ou grupos que se apresentam como defensores de causas nobres, como benfeitores ou até profetas, quando na prática não passam de perigosos grupelhos ou facções que não hesitam em galgar seus objetivos, mesmo desrespeitando o direito de propriedade, seus próximos, as leis e a própria Constituição; a presença intolerável de corruptos, depravados e malfeitores; o poder gigantesco de traficantes e do narcotráfico, das quadrilhas organizadas, dos perigosos grupos que deixam suas missões honrosas militares aderindo a grupos justiceiros, que já criaram poderes ilegais paralelos dentro do próprio estado Federativo constituído; o aumento gigantesco de pedófilos; a presença destruidora das drogas, desde o álcool que é uma droga aceita socialmente, ao crack, maconha, cocaína, heroína e muitas outras que destroem famílias, desordena a sociedade e ameaça desestabilizar o estado de direito democrático; a temível prostituição infanto-juvenil que destrói o futuro de milhões de jovens; o sórdido esquema de distribuição de rendas do País que mutila o cidadão; a falta de escrúpulo no exercício sórdido da politicalha; a prática de contravenções penais; o contrabando e a venda indiscriminada de armas de fogo; a falência generalizada do regime carcerário, que além de não reeducar os detentos, instiga-os à violência  e à selvageria, pela forma como são tratados, privando-os do mínimo necessário ao tratamento de um ser humano; o equívoco no exercício da cidadania, quando muitos só lembram de exigirem os seus direitos, esquecendo de cumprir os seus deveres e obrigações sociais, desrespeitando os seus próprios limites e em conseqüência também dos seus semelhantes; uma justiça lenta, porque fica na dependência  de leis desatualizadas e decadentes, “leis caducas”, como o Código Penal e outras que  são de 1940, entre outros; etc, etc. As leis ficam na  dependência que sejam legisladas, discutidas e aprovadas pelo nosso “famoso Congresso Nacional e seus “congressistas”, que no mínimo, é bom que se diga, são eleitos e pagos por nós só para esta missão: legislar!  

Isto é um pouco, o que a nossa frágil memória rememora neste momento.

Somando a tudo isto, está a vergonhosa impunidade que permeia livremente. Não é preciso ser sociólogo ou adivinho, para concluir que o resultado final deste verdadeiro paiol de pólvora, é esta avassaladora violência que cerca a todos nós cidadãos. É preciso que cada um de nós reflita um pouco sobre todo este estado latente de desencontros e mutações que está acontecendo a nossa volta, e dentro dos princípios dignos, legais, morais e cristãos, procurarmos ajudar a encontrarmos caminhos que nos levem ao aconchego da paz.  Tudo que fizermos de bom será um legado que estaremos deixando para nossos filhos e netos. Desta forma, no amanhã, não seremos condenados de termos cruzados os braços perante a violência imperiosa e desumana. Para concluir, em todos os momentos devemos estar voltados ao pensamento de que: PAZ SIM, VIOLÊNCIA NUNCA!

 

Jaime Borges da Silva - Autor

BLOG DE JAIME BORGES

 

 

 

 

Escrito por jaimebsilva às 08h50 [ ] [ envie esta mensagem ] []

POEMA - PAZ SIM, VIOLÊNCIA NÃO!

PAZ SIM,

VIOLÊNCIA NÃO!

 

 

Vencer na vida,

Respeitando o irmão!

Paz sim,

Violência não!

 

Caminhar braços dados,

Juntinhos de coração!

Paz sim,

Violência não!

 

Respeitar os direitos,

Estender sempre a mão!

Paz sim,

Violência não!

 

Consciência tranqüila,

Uma vida de doação!

Paz sim,

Violência não!

 

Ajude o mundo a crescer,

Com todos no coração!

Paz sim,

Violência não!

 

Sejamos todos unidos,

Com Jesus no coração!

Paz sim,

Violência não!

 

 

Escrita em Baixa Grande, 10/02/1995.

 

Jaime Borges – Autor

 

 

Obs. Esta poesia faz parte integrante do meu livro ‘Na Intimidade do Meu Coração’ – Direitos Reservados.

 

Escrito por jaimebsilva às 08h42 [ ] [ envie esta mensagem ] []

O MUNDO E O SONHO

O MUNDO E O SONHO

 

Um dia, em algum lugar, num dado momento, alguém pensou criar um mundo! Naturalmente que respeitando este mundo que Deus nos deu, pensou este alguém construir o mundo maravilhoso, onde as pessoas conseguissem se encontrar; amassem umas às outras; respeitassem as ideologias e as formas de ser dos seus semelhantes; enfim um mundo onde as pessoas vivessem a vida no seu esplendor, sendo aquilo que são e não apenas, procurassem adaptações ou fossem meros instrumentos dos momentos que por necessidade haveriam de passar.

Um mundo onde o próprio mundo existisse na forma da sua palavra. Um mundo onde a liberdade fosse a bandeira e o caminho das pessoas, iluminadas pelo sol do bom senso e da verdade. Um mundo onde a arma mais sensível fosse a humildade de se reconhecer o verdadeiro lugar e limites das coisas e de cada um.

Um mundo, uma bola, um brinquedo, uma verdade!

Um mundo, onde uma flor nascesse para embelezar e não para ser negociada. Um mundo, onde o amor, na sua forma mais verdadeira de dar-se, fosse o ponto de encontro de toda a humanidade.

Outro dia, em algum lugar, num dado momento este alguém parou e refletiu sobre o mundo que se vive cercado de maldades e muita insensatez. Refletiu e ficou decepcionado em viver neste mundo onde impera a hipocrisia, a mentira e a falsidade. Nesta reflexão percebeu como é difícil encontrar a felicidade, pão alimentar, alavanca impulsora de todo interior da criatura humana. Com coragem, decidiu lutar por si mesmo, pela sua sociedade família, pelos seus ideais, que o mundo, como uma bola, em cada rodada, mostra claramente que é necessário sofrer para realizar-se; lutar para encontrar-se e aos outros.

E o mundo, o extrovertido palco, onde a verdadeira novela que se chama vida, se desenvolve, impõe que cada minuto sejamos mais verdadeiros. Sejamos não o maior, mas o generoso e humilde, para algum dia, num outro mundo, idealizado por este alguém, possamos encontrar aquilo que, se intimamente lutamos, exteriormente, pelo próprio mundo somos derrotados: encontrarmos a verdadeira paz.

A verdadeira paz só se encontra, quando a maldade foge das pessoas e o sentimento mais nobre do homem, a humildade, dele toma conta.

E só com humildade, somos agraciados do sentimento mais belo do mundo: o amor. E o amor é em suma, o mundo, que um dia, em algum lugar, num dado momento, alguém pensou criar e fazer existir em todos os momentos.

 

Feira de Santana, 01 de Maio de 1977.

 

Jaime Borges da Silva.

 

Autor: Jaime Borges da Silva

Parte integrante do meu livro: Na Intimidade do meu Coração - Direitos Reservados

Primeira publicação em 1977.

 

 

Escrito por jaimebsilva às 08h28 [ ] [ envie esta mensagem ] []

O TEMPO É DA CRIANÇA

 

O TEMPO É DA CRIANÇA

 

Que lindo dia e tão meigo,

tão puro e cheio de esperanças,

é cada 12 de outubro,

Dia dedicado às crianças!

 

Neste dia, que um dia nasceu,

de um coração de bonança,

dedicamos todo o nosso carinho,

A tão encantada criança!

 

A criança é uma flor nascendo,

É um coração cheio de pujança,

Por isso todos os dias do ano,

eu considero - Dia das Crianças!

 

Dia das Crianças - 1987.

 

Escrita em Baixa Grande, 12 de outubro de 1987.

 

Jaime Borges da Silva – Autor

 

Obs. Esta poesia faz parte integrante do meu livro Na Intimidade do Meu Coração.

 

Escrito por jaimebsilva às 07h01 [ ] [ envie esta mensagem ] []